sexta-feira, 25 de setembro de 2009

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Imagens do último ensaio antes da grande estréia








RUI MOREIRA


Bailarino, coreógrafo e investigador cultural.
Rui Moreira é original de São Paulo e está radicado em Belo Horizonte desde 1984.
A carreira deste bailarino e coreógrafo tem início em 1979 e é fortemente marcada por sua participação como intérprete no reconhecido Grupo Corpo, de Minas Gerais e nas companhias paulistanas Cisne Negro e Balé da Cidade de São Paulo.
Atualmente, dedica-se à companhia SeráQ., onde desde 1993 desenvolve criações a partir de pesquisas de linguagens cênicas tendo como mote principal as culturas populares do Brasil.
A formação artística de Rui Moreira mescla a formação de dança acadêmica (dança clássica e moderna) com o interesse pelas manifestações populares; trabalhou com significativos elencos e criadores no Brasil e em outros países. Entre as suas principais criações em dança, encontram-se: Trama e C/ Cordas para o Cisne Negro Cia. de Dança, De Uma Margem a Outra para Cie. Azanie, de Lyon - França, Rito de Passagem - Cia. de Dança do Amazonas e várias para Cia. SeráQ.
Em teatro, Don Chicote Mula Manca - direção Andréa Garavello (infantil). O musical Emoções Baratas - direção de José Possi Neto. Para o cinema, Uma Onda no Ar – Helvécio Ratton e Família Vende Tudo - Alain Fresnot.
Principais premiações e indicações a prêmios: APCA Associação Paulista de Críticos de Arte - (SP) 1988 e 2001 - Melhor Bailarino, CAUÊ - (MG) - Melhor Bailarino, BONSUCESSO/ AMPARC - (MG) - Cenografia, melhor coreografia e melhor espetáculo, SESC/ SATED - (MG) - Responsabilidade Social em Dança, bolsa de arte para pesquisa do Instituto Vitae 2005.

Staff Artístico

CRIADORES:
COREOGRAFIA: Rui Moreira.
MÚSICA: Jaime Zenamon (composição especial).
CENÁRIO: Cleverson Cavalheiro.
FIGURINOS: Áldice Lopes.
ILUMINAÇÃO: Cleverson Cavalheiro e Waldo de Léon.
ADEREÇOS: Cezar Broska (índios), Gelson Amaral (pintura) e Cesar Monteiro (pássaros).
VIDEOGRAFISMO: Ricardo Ribeiro.
DESENHOS: Anatiski, Suzete Floriani, Ellen Boza Santos, Everly Giller, Giovanna Digiovanni e Manuela Barreto Brasileiro Lanza.

ELENCO
NAIPI - Mari Paula ou Luciana Voloxki.
TAROBÁ - André Neri ou Daniel Siqueira.
SERPENTE - Daniel Siqueira ou Claúdio Fontan.
PAJÉ - Fábio Valladão ou Ricardo Garanhani.
PÁSSAROS - Alessandra Lange, Juliana Rodrigues, Luciana Voloxki ou Mari Paula, Nina Monteiro, Pamela Sobral, Thayne Fernandes.
MÃES - Eleonora Greca, Regina Kotaka, Soraya Felicio.
GRUPO - Alex Cajé, Déborah Chibiaque, Eraldo Alves, Erickson de Oliveira, Ian Mickiewicz, Jorge Schneider, Juliane Engelhardt, Leandro Vieira, Marina Teixeira, Nelson Mello, Patrich Lorenzeti, Patricia Machado, Pedro I. Zacarias, Renatah Bronze, Reinaldo Pereira, Simone Bonisch.

BALÉ TEATRO GUAÍRA
DIRETORA: Carla Reinecke.
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Gylian Dib.
MAÎTRES: Jair Moraes, Márcia de Castro.
ENSAIADORAS: Eunice Oliveira, Gylian Dib, Márcia de Castro.
COORDENAÇÃO Anelize de Oliveira.
PIANISTA: Viviane Bilinski.
OPERADOR DE SOM: Luis Farias.
OPERADOR DE LUZ: Valdevino Guerreiro.
MASSAGISTA: Nino Lorenzetti.
CHEFE DE PALCO: Cleverson Cavalheiro.
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Shirley Conceição.
ESTAGIÁRIO ADMINISTRATIVO: João Batista Barbosa Junior.
BAILARINOS: Alessandra Lange, Alex Cajé, André Neri, Cláudio Fontan, Daniel Siqueira, Déborah Chibiaque, Eleonora Greca, Fábio Valladão, Ian Mickiewicz, Jorge Schneider, Juliana Rodrigues, Juliane Engelhardt, Leandro Vieira, Luciana Voloxki, Mari Paula, Nelson Mello, Nina Monteiro, Pâmela Sobral, Patricia Machado, Pedro Zacarias, Regina Kotaka, Reinaldo Puloco, Renatah Bronze, Ricardo Garanhani, Rodrigo Mello, Simone Bonisch, Soraya Felício, Wanderley Lopes.
ESTAGIÁRIOS: Eraldo Alves, Erickson de Oliveira, Marina Teixeira, Patrich Lorenzeti, Thayne Fernandes.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

WALDO LEÓN

Fotógrafo e Iluminador, nascido em Montevidéu.
Na década do 90 a fotografia leva-o até os palcos para realizar reportagens para diferentes publicações. A iluminação de teatro chega-lhe naturalmente ao preparar uma exposição chamada “Una escena, una foto”, em 1991.
Daí em diante a luz do cenário ocupou sua atividade profissional.
Realizou criação de iluminação para mais de quinze diretores uruguaios em diferentes gêneros: dança, teatro, performance, música, em mais de cinquenta espetáculos.
Radicado no Brasil desde 2007, criou iluminação para dezessete diretores em mais de trinta obras. Em Montevidéu recebeu os prêmios Florencio para a cenografia de Yocasta, em 2003, e múltiplas nominações na iluminação em 1996, 1997, 2002, 2003, 2004, 2005. Em Curitiba recebeu o Troféu Gralha Azul - Prêmio Especial em 2004 pela iluminação e cenário de Medea Material e, em 2007, pela iluminação de Sonho de um Homem Ridículo.

JAIME MIRTENBAUM ZENAMON


Compositor, maestro e concertista. Nasceu em 1953 em La Paz. É brasileiro naturalizado. Radicou-se em Berlim, Alemanha, a convite da Hochschule der Künste (Universidade de Berlim), onde ocupou o cargo de professor docente de 1980 a 1992.
Estudou violão clássico com Abel Carlevaro (Uruguai), Almosnino (Hungria) e Avner Brender (discípulo de Adres Segóvia - Israel), composição com Guido Santorsola (Itália), Nicola Flagello (Itália/USA), Wlastimir Nokolovsky (discípulo de Sostakowich - Caledônia) e Avner Brender (Israel), e regência com Carlos Prates (Brasil), Alceu Bocchino (Brasil) e Guido Santorsola (Itália/Uruguai). Frequentou como ouvinte aulas do Maestro Herbert von Karajan (Alemanha) na Academia Karajan Stifttung (regência). “Autor de inúmeras peças para violão, violino, violoncelo, flauta, oboé, bem como, várias obras para orquestra e balé, destaca-se pelo seu estilo todo particular, lembrando o romantismo.
As suas músicas retratam uma linguagem própria, plenamente acessível a todos os ouvidos e sempre agradável" (Comentários da Revista Classic Guitar, Inglaterra).
Festejadas são, também, as diversas trilhas sonoras que compõem para filmes longa e curtas metragens.
Em maio de 1996, a pedido da Orquestra Sinfônica de Berlim, compôs a música Orakel, para violino e orquestra sinfônica, a qual, em sua première, foi-lhe conferido o primeiro prêmio, destinados aos compositores alemães, de melhor composição do ano para orquestras, pelo Instituto Paul Woitschash. Regeu a Orquestra Sinfônica de Berlim, em agosto de 2000, a sua própria obra, tornando-se o primeiro regente brasileiro a reger a orquestra executando a sua própria obra.

A lenda

A LENDA DAS CATARATAS DO IGUAÇU

“Os índios Caingangues acreditavam que o mundo era governado por MBoi, um deus que tinha a forma de uma serpente e era filho de Tupã. Era costume, entre esses índios, consagrar a jovem mais bonita da tribo ao deus-serpente, passando ela a viver a serviço do seu culto. Naipi, filha do cacique Igobi, foi escolhida para servir ao seu deus. Havia, no entanto, entre os Caingangues um forte guerreiro chamado Tarobá, que se apaixonou por Naipi. Um dia, foi anunciada a festa de consagração de Naipi. Enquanto os índios festejavam, Tarobá raptou a formosa índia e fugiu com ela rio abaixo numa canoa.
Quando MBoi ficou sabendo que Naipi tinha desaparecido, enfurecido, entrou no rio Iguaçu e começou a perseguir os amantes. Quando viu que eles fugiram, levantou seu corpo monumental de serpente e caiu na água com toda força. Com o impacto, a terra rachou e naquele ponto se abriu uma extensa e terrível catarata. Os corpos dos dois amantes desapareceram no turbilhão das águas. O deus-serpente Mboi sentia-se vingado. Mas ao se arrepender do seu ato, transformou Naipi numa grande pedra no meio da cachoeira e Tarobá virou uma palmeira. Assim, eles ficaram eternamente juntos, ligados pelas águas das Cataratas do Iguaçu, um olhando para o outro. O amor venceu!”

Balé Teatro Guaíra apresenta "A Lenda das Cataratas do Iguaçu"


O Balé Teatro Guaíra se prepara para comemorar seus 40 anos de criação com a obra “A Lenda das Cataratas do Iguaçu”, do compositor Jaime Zenamon, coreografia assinada pelo paulista Rui Moreira. O espetáculo terá três apresentações abertas ao público.
Esta versão de “A Lenda das Cataratas do Iguaçu” é baseada na partitura musical do compositor Jaime Zenamon, criada especialmente para dança. A coreografia mostra um pouco da história das raízes do povo brasileiro, os costumes e as crenças dos índios Caingangues (ou ainda kaingang, kanhgág), que são um do Brasil meridional habitantes do Rio Grande do Sul e que hoje estão quase extintos restando aproximadamente 14 mil.

Coreografia: Rui Moreira. Música: Jaime Zenamon (especialmente composta). Cenário: Cleverson Cavalheiro. Figurinos: Áldice Lopes. Iluminação: Cleverson Cavalheiro e Waldo de León. Elenco:
Naipi- Mari Paula ou Luciana Voloxki. Tarobá - André Neri ou Daniel Siqueira. Serpente - Daniel Siqueira ou Claúdio Fontan. Pajé - Fábio Valladão ou Ricardo Garanhani. Pássaros - Alessandra Lange, Juliana Rodrigues, Luciana Voloxki ou Mari Paula, Nina Monteiro, Pamela Sobral, Thayne Fernandes. Mães - Elenora Greca, Regina Kotaka, Soraya Felicio. Grupo: Alex Cajé, Déborah Chibiaque, Eraldo Alves, Erickson de Oliveira, Ian Mickiewicz, Jorge Schneider, Juliane Engelhardt, Leandro Vieira, Marina Teixeira, Nelson Mello, Patrich Lorenzeti, Patricia Machado, Pedro I. Zacarias, Renatah Bronze, Reinaldo Pereira, Simone Bonisch.

Fonte: Site Teatro Guaíra

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Tarde agitada na Costura

A nossa equipe cria e recria no figurino a Lenda das Cataratas do Iguaçu.
São eles: Áldice Lopes (figurinista), Noema Terezinha Souza (costureira), Mauro Aurélio (alegorista), Neka (costureira), Gilson Amaral (alegorista), Marcos Antonio Mota (alegorista), Hilda W. Cordeiro (costureira).








“A Lenda das Cataratas” nos 40 anos do Balé Teatro Guaíra.


O Balé Teatro Guaíra apresenta no próximo final de semana o balé “A Lenda das Cataratas do Iguaçu”, do compositor Jaime Zenamon, que tem coreografia do paulista Rui Medeiros. A obra, que apesar de ter sido inteiramente produzida com os recursos já existentes no Teatro, mostra um espetáculo com acabamento primoroso e que apresenta momentos de muita beleza e encantamento, como já se pode observar pelos ensaios.

As bailarinas Mari Paula e Luciana Voloxki se alternam no papel de Naipi e os bailarinos André Néri e Daniel Siqueira darão vida à Tarobá. Fábio Valadão e Ricardo Garanhani interpretam o Pajé. A Serpente M’Boy, uma das principais personagens da estória, será apresentada por Daniel Siqueira e Cláudio Fontan.

A lenda dos índios caingangues de Naipi e Tarobá conta a estória da origem das Cataratas do Iguaçu.

Naipi, a bela filha do cacique que, por sua beleza, foi consagrada a viver somente para o culto de M’Boy, o Deus serpente, que, segundo os índios, governava o mundo.

Um jovem guerreiro chamado Tarobá se apaixona por Naipi e foge com ela numa canoa rio abaixo. Furioso, o Deus M’Boy penetra nas entranhas da terra e retorce o corpo até produzir uma enorme fenda, que forma uma catarata gigantesca que envolve o pequeno barco que cai de grande altura. Naipi transforma-se então numa rocha, que será eternamente fustigada pelas águas das cataratas, e Tarobá em uma palmeira que fica plantada eternamente na entrada da gruta onde mora M’Boy, o deus vingativo que os vigia.

O espetáculo será apresentado dias 25 e 26 de setembro, sexta e sábado, às 20h30, com ingressos a R$ 5,00, e no domingo, dia 27, às 18h00, na programação do Teatro para o Povo, com entrada franca.

Os espetáculos acontecem no Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão)

Fonte: Site Teatro Guaíra

Balé Teatro Guaíra apresenta "A Lenda das Cataratas do Iguaçu"


O Balé Teatro Guaíra se prepara para comemorar seus 40 anos de criação com a obra “A Lenda das Cataratas do Iguaçu”, do compositor Jaime Zenamon, coreografia assinada pelo paulista Rui Moreira. O espetáculo terá três apresentações abertas ao público.
Esta versão de “A Lenda das Cataratas do Iguaçu” é baseada na partitura musical do compositor Jaime Zenamon, criada especialmente para dança. A coreografia mostra um pouco da história das raízes do povo brasileiro, os costumes e as crenças dos índios Caingangues (ou ainda kaingang, kanhgág), que são um do Brasil meridional habitantes do Rio Grande do Sul e que hoje estão quase extintos restando aproximadamente 14 mil.

Coreografia: Rui Moreira. Música: Jaime Zenamon (especialmente composta). Cenário: Cleverson Cavalheiro. Figurinos: Áldice Lopes. Iluminação: Cleverson Cavalheiro e Waldo de León. Elenco:
Naipi- Mari Paula ou Luciana Voloxki. Tarobá - André Neri ou Daniel Siqueira. Serpente - Daniel Siqueira ou Claúdio Fontan. Pajé - Fábio Valladão ou Ricardo Garanhani. Pássaros - Alessandra Lange, Juliana Rodrigues, Luciana Voloxki ou Mari Paula, Nina Monteiro, Pamela Sobral, Thayne Fernandes. Mães - Elenora Greca, Regina Kotaka, Soraya Felicio. Grupo: Alex Cajé, Déborah Chibiaque, Eraldo Alves, Erickson de Oliveira, Ian Mickiewicz, Jorge Schneider, Juliane Engelhardt, Leandro Vieira, Marina Teixeira, Nelson Mello, Patrich Lorenzeti, Patricia Machado, Pedro I. Zacarias, Renatah Bronze, Reinaldo Pereira, Simone Bonisch

Serviço:

Dias: Dias 25 e 26 e 27 de setembro de 2009

Horário: Sexta e sábado às 20h30 e domingo às 18h (Teatro para o Povo)

Auditório: Bento Munhoz da Rocha Netto(Guairão)

Ingressos: R$5,00 - Desconto de 50% para portadores do Cartão Teatro Guaíra

Postos de Venda: Bilheteria do Teatro, Livrarias Curitiba (Shopping Estação), Internet e Disk Ingressos (Shopping Muller e Curitiba)

Informações pelo telefone: 3304-7982

Classificação: Livre

Fonte: Site Teatro Guaíra